A importância da segurança física e eletrônica no condomínio

O nível de segurança em condomínios tem sido cada vez mais um dos temas mais discutidos por administradoras e síndicos. Tema debatido em quase todas as pautas nas reuniões com incorporadoras, administradoras, síndicos e condôminos, visto que a segurança é um dos principais motivos que levam as pessoas a escolherem morar em um local seguro.


É fundamental criar estratégias, visando manter a confiança nos procedimentos de segurança em um conjunto residencial e/ou comercial, onde acima de tudo, devem estar alinhadas com os padrões de segurança do mercado e também com a infraestrutura da unidade imobiliária.


Existem diversos riscos que requerem atenção redobrada para evitar surpresas desagradáveis, como por exemplo, criminosos se passando por entregadores, prestadores de serviços, parentes de moradores, motoristas de aplicativos, alguns modus operandi utilizados por criminosos para lograr êxito em ações delituosas.


Visado inibir os riscos e dificultar ações criminosas que quase sempre são iniciadas na portaria, se faz necessário adotar protocolos e práticas seguras, porém, é determinante criar a cultura de segurança em todos os moradores e treinar frequentemente a equipe de segurança, além de buscar parceria com empresa especializada em segurança.


Vale lembrar que as normas devem ser incluídas no regimento interno ou na convenção condominial, esclarecendo o que é permitido e o que é proibido no que se refere ao controle de entrada/saída de visitantes e outras questões importantes.


É mandatório adotar atitudes, onde tanto a administradora como o síndico podem – e devem – adotá-las visando garantir a proteção dos moradores e de todo o condomínio.

A seguir elencamos algumas ações recomendáveis para condomínios residenciais e comerciais.


1º) Treinamento recorrente do corpo da segurança, tomando como base intercorrências ocorridas no próprio condomínio e modalidades divulgadas pelas forças policiais;

2º) Elaboração do manual de normas e procedimentos tomando como base o resultado da análise de riscos e alinhamento com a visão da administradora e condôminos;

3º) Investir em sistemas de segurança eletrônica eficientes, auditáveis e confiáveis (CFTV, Alarme de intrusão e pânico, controle de acesso, reconhecimento facial e etc.);

4º) Avaliação de riscos da infraestrutura física/predial, visando identificar as vulnerabilidades e riscos inerentes a intrusão;

5º) Instalar o circuito de câmeras tomando como base as áreas sensíveis e cabíveis de fiscalização;

6º) Realizar testes recorrentes do sistema de alarme (intrusão e pânico);

7º) Avaliar e escolher criteriosamente a empresa que prestará serviços de portaria e limpeza;

8º) Criar regras para acesso de visitantes, prestadores de serviços e delivery.

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